The Faculty of Arts of the University of Porto (FLUP), through the Institute of Sociology of the University of Porto (IS-UP), is part of the international consortium of the EURODEM_WORKSIPG project, an innovative European research project on democracy at work, funded by the European Union under the Horizon Europe program (Marie Skłodowska-Curie Actions). The local team includes researchers José Soeiro, Cristina Parente, Sofia A. Cruz e Jorge Cerdeira.
The Child and Youth Protection Commission (CPCJ) of Espinho celebrated three decades of activity on September 26th, in a ceremony held at the Espinho Art and Culture Forum. The session included institutional interventions, and the Institute of Sociology of the University of Porto (IS-UP) was represented by researcher Maria João Oliveira. There were also moments of reflection on the impact of the Convention on childhood and youth policies, with contributions from experts in the fields of sociology, psychology, and health.
Emissão especial com os convidados Mário Cláudio, João Teixeira Lopes e Fátima Outeirinh.o e os repórteres da Antena1. Edição de António Jorge e João Vasco.
A reportagem da TSF foi acompanhar os trabalhos de uma academia de direitos humanos em Samões, um projeto que é modelo misto de escola, investigação, partilha, aprendizagem. A iniciativa foi batizada "Uma Aldeia Que Sabe Envelhecer", empreitada de esforço e vontades reunidas pela Associação Transmontana pelo Desenvolvimento (ATPD), presidida por Ana Correia: "Nós temos uma parceria com a Faculdade de Letras do Porto, com o Instituto Sociologia da Universidade do Porto; já desde o início da fundação da associação que estão cá representados. Vamos ter uma professora de lá, a professora Cristina Parente; temos também uma parceria com o professor Bernardo Previdência, que é da Universidade do Minho, da área do Design e temos a Professora Teresa Martins, que é da ESE (Escola Superior de Educação) do Instituto Politécnico do Porto."
Liderado pelo Instituto de Sociologia da Universidade do Porto sob a coordenação científica do Professor João Teixeira Lopes, o estudo de avaliação agora acordado tem, ainda, como objetivo a identificação de linhas de aprofundamento para medidas de política futura no setor das artes, que concorram para diminuir as assimetrias territoriais urbanas no acesso à criação e fruição artística.
Depois de um ano no terreno com a comunidade cigana do Tortosendo, em ações em torno da sua saúde e da sua relação com a saúde, “chegou a hora de partilhar os resultados do projeto e de trazer à região um conjunto de especialistas em que se inclui Bruno Oliveira, mediador cigano que exerce na Unidade Local de Saúde de S. José (Lisboa) e a responsável nacional pelo estudo de avaliação da Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (2013-2020), Inês Barbosa”, sublinha a organização.
Para acelerar a inclusão social, “a ciganofobia deve ser reconhecida como um problema pelo Estado”, sublinhou ao JN Inês Barbosa, socióloga da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. A também coordenadora do Estudo Nacional das Comunidades Ciganas (ler caixa) concretiza: “Incluir o termo anticiganismo no Código Penal, tal como se fez em Espanha, é um passo fundamental porque afeta todas as outras dimensões [da vida das comunidades]”.
É o único português doutorado em Economia da Felicidade e tem dedicado a sua atividade ao estudo formal da relação entre a satisfação do indivíduo e a economia, que vai muito para além do Produto Interno Bruto. O tempo necessário para ir para o trabalho ou chegar a casa é um dos temas que também deve ser valorizado, explica o investigador.
As desigualdades no emprego em Portugal também se sentem no trabalho em part-time. Em muitos casos, não é uma forma de obter rendimento extra, mas a única opção por falta de um trabalho a tempo inteiro. A maioria das pessoas neste esquema são mulheres.
O investigador Frederico Cantante explica que “40% das pessoas que trabalham em part-time fazem de forma involuntária”. Ou seja, “estariam disponíveis para trabalhar a tempo inteiro, mas não conseguem”, realça a socióloga e professora Cristina Parente.
A diferença entre a taxa de emprego dos jovens portugueses com um nível de ensino básico e os licenciados aumentou 6,6 pontos percentuais em 20 anos, sendo mais elevada entre os estudantes com ensino superior, segundo o estudo liderado por Lígia Ferro, da Universidade do Porto, e Pedro Abrantes, da Universidade Aberta e do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. As conclusões foram hoje divulgadas no estudo “A educação e os seus efeitos sobre as oportunidades dos jovens”.
Na era das low cost, associações continuam a ser “porto de abrigo” dos portugueses em França perfil dos emigrantes que saem de Portugal rumo a França mudou muito nas últimas décadas – rejuvenesceu, é mais intermitente e qualificado. Ainda assim, a "necessidade de estar ligado a Portugal" por via das associações mantém-se. Dantes como agora, estas são porto de abrigo, "uma porta de entrada para a integração social" no país de destino, aponta o sociólogo João Teixeira Lopes.
Além da Associação Europeia de Sociologia, estão envolvidos na organização do certame no Porto, um consórcio de Centros de Investigação e Universidades da Zona Norte e Centro de Portugal, entre os quais o Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (liderado pela Associação Portuguesa de Sociologia).
A organização refere que sociólogos e cientistas de todo o mundo vão juntar-se para discutir os grandes problemas da sociedade, espoletados pelas crises e desafios globais dos últimos tempos, e mostrar que, como defende Lígia Ferro, presidente da ESA, “o impacto da sociologia na vida das pessoas é tangível e, eventualmente, até salvífico”.
Se tem a sensação de que há um festival em cada esquina, não está sozinho: há cada vez mais festivais - sobretudo de pequena e média dimensão. Não competem pelo público das grandes produções - cada vez mais massificadas - , dão a conhecer os seus territórios e especializam-se em géneros específicos de música. É este o retrato traçado por Paula Guerra, socióloga dedicada à criação artística contemporânea.
O sociólogo João Teixeira Lopes avalia se as forças de segurança são um setor mais propício à adesão à extrema-direita. A seu ver, são dos setores "mais radicalizados".
A segunda edição, chamada de “A Aldeia que sabe envelhecer”, na aldeia de Samões, em Vila Flor, tem o objetivo de desenvolver um diagnóstico das condições sociais e habitantes mais velhos da aldeia.
A iniciativa tem o apoio e participação do Instituto de Sociologia.
A zona do antigo Bairro do Aleixo vai voltar a ter torres, uma delas com 21 andares - um dos edifícios mais altos da cidade. Ao Público, João Queirós, que foi o sociólogo que acompanhou de perto o desmantelamento do Bairro do Aleixo, refere que a forma como o processo está a ser levado a cabo irá originar uma “diminuição do stock habitacional de iniciativa e gestão pública”.
Encosta do antigo bairro vai ter 13 prédios, um dos quais com 21 pisos, e apenas uma fracção de casas a custos controlados. É uma “substituição social”, diz sociólogo que acompanhou desmantelamento.
Entrevista a: João Queirós.
Conheci o Gabriel Leite Mota, especialista em Economia da Felicidade, em finais de 2018. Convidei-o a vir ao Funchal, no início de 2019. Fomos oradores num ciclo de conferências, cuja temática versava a Inclusão Social. A mim, coube-me abordar, relacionar e lançar a questão sobre a fatalidade da pobreza. Ao meu colega de painel, a relação entre a Economia e a Felicidade. O que determina a felicidade, com base nas dimensões económicas.