

A CooLabora irá exibir amanhã, dia 28, o documentário “Outgrow the System”, seguido de uma conversa, em formato online, com a realizadora e produtora do filme, Cecilia Paulsson. O debate sobre o filme contará ainda com a participação de Cristina Parente, da Universidade do Porto, Sílvia Ferreira, da Universidade de Coimbra, e Graça Rojão, da CooLabora.

Neste sábado, 25 de maio, o Museu e as Bibliotecas do Porto celebram as palavras e os sons da liberdade, com expressão nas canções de protesto. A exposição "Revolu(som) — 10 anos KISMIF" faz coincidir a celebração dos 50 anos de democracia e os 10 anos do festival KISMIF — Keep it simple, make it fast. A exposição realça as suas últimas edições, o seu carácter intersecional e transdisciplinar que dá palco a culturas alternativas e práticas DIY (Do-it-Yourself).
Curadoria: Paula Guerra

As sessões do ciclo "ComCiênciaSSH: Portugal Fala" vão decorrer nos dias 20 e 21 de maio, na Casa Comum (à Reitoria). Às 19h15 passa Céu aberto ou espaço limitado, de José António Loureiro. Baseada em factos reais, esta obra é um lembrete do impacto duradouro que a prisão pode ter ao longo da vida e das dificuldades de reintegração na sociedade. A conversa final será conduzida por Maria João Oliveira (FLUP).

“Não consigo dormir. Tenho um monstro entalado na garganta”. Um monstro disforme e insidioso que, num ápice, me veio bater à porta, no país onde sempre escolhi viver, na minha cidade, no bairro de que tanto gosto.
Por Inês Barbosa.

Sábado, 25 de maio, a música de intervenção invade a Biblioteca Municipal Almeida Garrett. Às 16 horas, no Gabinete Gráfico e com DJ set a cargo do DJ ALIONE, as curadoras Paula Guerra e Rita Roque inauguram "Revolu(som) — 10 anos de KISMIF", exposição que faz coincidir a celebração dos 50 anos de democracia com o décimo aniversário da conferência KISMIF — Keep it simple, make it fast.

João Teixeira Lopes é sociólogo e político e continua a ter um olhar muito atento sobre a sociedade portuguesa e sobre a sua evolução. “O essencial hoje é contrato social”, diz, nesta entrevista, feita na Casa da Música, no Porto.

A criação de dança, “Suores De Mel E A Morte Não Terá Domínio”, ocorre cinquenta anos após o momento revolucionário do 25 de Abril e trata a Dança como insubmissão e revolução dionisíaca de Heterodoxia. O Instituto de Sociologia da Universidade do Porto – FLUP é um dos parceiros.

50 anos depois da revolução que colocou fim ao regime do Estado Novo, Ana Sofia Ferreira escreve sobre o quotidiano dos portugueses antes do 25 de Abril.

A historiadora Ana Sofia Ferreira lança «Entre a tradição e a modernidade: a vida quotidiana no Estado Novo», um mergulho no dia a dia de quem viveu naquela que foi a ditadura mais longa da Europa.

Torre dos Clérigos recebeu sessão de lançamento do livro lançado pela Ecclesia e Centro de Estudos de História Religiosa da UCP. A sessão de apresentação decorreu na Torre dos Clérigos, com intervenções de Germano Silva, Virgílio Borges Pereira e D. Joaquim Dionísio.

O livro «25 de Abril: permanências, ruturas e recomposições», editado pela Agência ECCLESIA e com coordenação do CEHR, vai ser apresentado dia 15 deste mês, em Lisboa, e no dia 17 de abril, no Porto. Na cidade do Porto, pelas 16h00, do dia 17 de abril, realiza-se na Torre dos Clérigos (Porto), com intervenções de Germano Silva, Virgílio Borges Pereira e D. Joaquim Dionísio, bispo auxiliar do Porto e membro da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.

Ana Sofia Ferreira é professora auxiliar e investigadora integrada do Instituto de Sociologia, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Doutorada em História Contemporânea, acaba de lançar “A Vida Quotidiana No Estado Novo”, onde nos apresenta uma visão abrangente de como foi a vida durante esta época.

A Universidade do Minho está envolvida este mês em três dezenas de atividades para celebrar os 50 anos da Revolução de Abril. Um dos eventos do programa é a conferência internacional “Extrema direita e o assalto à democracia” e conta com a participação de José Soeiro.

Democracia permitiu novo rumo para os adolescentes e para os movimentos católicos operários. Antes, ser pobre e mulher era quase uma condenação.
João Teixeira Lopes comenta.

A Biblioteca de Alcântara programou uma série de conferências no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril. Um dos eventos do programa designa-se “Militares e Política na 1ª República” e conta com a participação de Sílvia Correia (Universidade do Porto).

«A Vida Quotidiana No Estado Novo», da investigadora e historiadora Ana Sofia Ferreira. Um mergulho na vida das pessoas comuns. A autora é professora auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e investigadora integrada do Instituto de Sociologia da mesma universidade.

Fotografia, cinema, escrita, música, conversa e até… crochet… O programa de celebrações dos 50 anos do 25 de Abril promovido pela Reitoria da Universidade do Porto é variado e abrangente, mas está incompleto. A proposta é para que, em conjunto, possamos converter em ação a memória do que todos vivemos. A expectativa é que, juntos, criemos novas e impactantes memórias. Só o contributo de todos poderá “fazer cumprir Abril”.
No dia 5 de abril, pelas 18h30, arranca, na Casa Comum, um ciclo de cinema intitulado Cidade, Habitação e Justiça Social. e terá o comentário de Lígia Ferro (FLUP/IS-UP).

Com Catarina Martins e João Teixeira Lopes.
Coimbra, Livraria Almedida Estádio Cidade de Coimbra, 18h00.

O tema da imigração foi trazido para o centro de campanha eleitoral, quando Pedro Passos Coelho alegou a existência de uma “sensação de insegurança” no país, resultado de uma política “de portas abertas” promovida pelo PS. A questão foi rapidamente desmistificada em debate público, e o tema da imigração ficou por aqui. Certo, é que apesar do crescente peso nas finanças públicas, a voz dos imigrantes não se ouve em altura de eleições. Existe um conjunto de fatores sociais que justificam este fenómeno, mas aos olhos dos politólogos e sociólogos ouvidos pelo ECO, os partidos pouco têm feito apelar ao voto desta população.
João Teixeira Lopes comenta.

O projeto, desenvolvido pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, tem como objetivo dar a conhecer a formação que a escola oferece. A iniciativa, a decorrer até 22 de março, dá a oportunidade de assistir a aulas abertas, masterclasses, visitas guiadas e apresentações nas áreas de dança, música e teatro. O JPN falou com Cláudia Marisa, vice-presidente da ESMAE, sobre o projeto.